O que Publicamos e Porquê
Acreditamos que a humanidade está em transição. Não sabemos para onde, mas sabemos que certas obras já percorreram o caminho antes. A Pymandra existe para as manter acessíveis.
A maior parte do que se publica hoje sobre desenvolvimento pessoal e autoconhecimento bebe de fontes que raramente cita. James Allen, Wallace Wattles, Christian Larson escreveram há mais de cem anos. As ideias continuam a circular. Os nomes, quase nunca.
A Pymandra publica os originais.
Há um conjunto de textos que atravessou séculos porque tem algo que não envelhece. Chama-se hermetismo quando fala da correspondência entre o cosmos e o homem interior. Chama-se teosofia quando tenta sistematizar o que as grandes tradições espirituais têm em comum. Chama-se Novo Pensamento quando descobre que a mente tem uma relação activa com a realidade que experiencia. Chama-se Filosofia Perene quando percebe que todas estas correntes bebem da mesma fonte. O que têm em comum é a convicção de que o ser humano tem uma dimensão que o mundo moderno perdeu o hábito de levar a sério.
As traduções são feitas de raiz para português europeu. Começamos do original, sempre. Uma tradução descuidada de um texto sobre o poder da mente ou a transformação interior carrega o erro até ao leitor sem aviso. Cada edição Pymandra é revista com atenção filológica e cuidado literário.
O catálogo é pequeno por escolha. Cada título existe por uma razão que não tem a ver com o que vende, mas com o que diz. À medida que cresce, estende-se também à poesia épica e à ficção visionária: de Gilgamesh a Edwin Arnold, os géneros onde a sabedoria antiga encontrou a sua expressão mais alta.
Publicamos devagar. Preferimos assim.